anatomia muscular
não sai de mim
intrínseca ao meu ser
reclama do mal posicionamento
do mal funcionamento
em meio a uma crise de lombar
e o infra-espinhoso direito dolorido
me faz raciocinar
como andam minhas tensões
meus receios
meus medos
meus pavores
e em meio aos
vasto medial, intermédio e lateral
me vem a pergunta intrigante
de que o que me rege
é uma medialidade lírica
uma lateralidade social
ou uma conjunção lírica-social
entre o ser, o estar e o fazer,
entre conceitos, preceitos, prÉ-conceitos
erros, acertos, poderes, disputas, fracassos
sucessos, indagações, inquietações
sugestões, sublimações ou realizações?
segundo sheakespeare eis a interrogação
"ser ou não ser, eis a questão?"
e assim continua então
de ser, estar ou não.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
(em meios aos músculos inferiores
esse blog recebe um elogio
em meio há tempos se atualizar
cá estou eu, retribuindo os parabéns
pela existência dele.)
e eu vou anatomizando
cada músculo, cada osso
do meu ser existencialista
dentre crises de identidade
e pólvoras estonteantes
saem de mim palavras
coisas, pensamentos
que se escrevem
nessas linhas
automaticamente
quase sem mesmo serem controlados
ou ao menos quererem ser.
há também como anatomizar palavras
lembranças, flash's, coisas instigantes.
anatomizaremos-nos com o raciocínio
com o fazer, com o ler, com o ser
com o falar, com o imaginar.
pois anatomizar sem imaginar
é o mesmo que viver
sem essência
sem convicções
sem manias
sem conceitos
sem repensar conceitos
sem bons e velhos costumes
sem você.
o pensamento humano
é tão belo
que de belo
se desfaz.
e nesse desfazer de beleza
o "eu-poético" se funde
em algo que você
nem se quer sabe o que é.
ele se funde
em algo inexistente
pois é muito mais importante
estar do que ser.
esse blog recebe um elogio
em meio há tempos se atualizar
cá estou eu, retribuindo os parabéns
pela existência dele.)
e eu vou anatomizando
cada músculo, cada osso
do meu ser existencialista
dentre crises de identidade
e pólvoras estonteantes
saem de mim palavras
coisas, pensamentos
que se escrevem
nessas linhas
automaticamente
quase sem mesmo serem controlados
ou ao menos quererem ser.
há também como anatomizar palavras
lembranças, flash's, coisas instigantes.
anatomizaremos-nos com o raciocínio
com o fazer, com o ler, com o ser
com o falar, com o imaginar.
pois anatomizar sem imaginar
é o mesmo que viver
sem essência
sem convicções
sem manias
sem conceitos
sem repensar conceitos
sem bons e velhos costumes
sem você.
o pensamento humano
é tão belo
que de belo
se desfaz.
e nesse desfazer de beleza
o "eu-poético" se funde
em algo que você
nem se quer sabe o que é.
ele se funde
em algo inexistente
pois é muito mais importante
estar do que ser.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
preciosamente a sensabilidade voltou.
monstruosamente bela ela invade
em pleno outono na cidade
ela se instala,ela se fixa.
no verão ela apareceu,
no outono ela se fixou,
entre eu e você
ela existe.
é bom sentí-la outra vez
é bom estar em sua companhia
é bom ter você
é bom você.
de repente se sabe que o mundo
pode mudar na próxima respiração
faz ter a certeza de que tudo
se estabelece e se forma,
se mantém, se faz.
meu pé pode até está inchado de massa cinzenta,
mas meu coração se enche com tua presença
se enche com teu olhar
se enche com o teu coração,
o meu coração está cheio.
monstruosamente bela ela invade
em pleno outono na cidade
ela se instala,ela se fixa.
no verão ela apareceu,
no outono ela se fixou,
entre eu e você
ela existe.
é bom sentí-la outra vez
é bom estar em sua companhia
é bom ter você
é bom você.
de repente se sabe que o mundo
pode mudar na próxima respiração
faz ter a certeza de que tudo
se estabelece e se forma,
se mantém, se faz.
meu pé pode até está inchado de massa cinzenta,
mas meu coração se enche com tua presença
se enche com teu olhar
se enche com o teu coração,
o meu coração está cheio.
domingo, 31 de janeiro de 2010
viver de passado, é um tanto quanto museológico?
creio que não.
se até as formigas dizem que
"quem vive de passado, é museu",
a pergunta se torna meio contraditória.
nesse momento à massa cinzenta que de certo
deveria povoar minha região encefálica
se funde a um pequeno e singelo rio avermelhado
rico em globulos vermelhos e quem sabe até mais em brancos também,
pois o empaledecimento epitelial talvez destaque a brancura deste
carinhoso caminho aquático.
perceber que não há mais a inteligência dentro de si foi difícil.
e reconhecer isso,digamos que seja um ato tanto quanto heróico.
ok! tem-se vivido de passado, é bacana saber disso.
o problema é o quanto isso interrompe sua vida e então
faz ela girar em sentindo anti-horário
mas para isso deve-se haver cura,
pois "meu pé está inchado de massa cinzenta"*
* FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban / Bartenieff na formação e pesquisa em artes cênicas. 2a. Edição. São Paulo. Annablume, 2006. (p. 09).
creio que não.
se até as formigas dizem que
"quem vive de passado, é museu",
a pergunta se torna meio contraditória.
nesse momento à massa cinzenta que de certo
deveria povoar minha região encefálica
se funde a um pequeno e singelo rio avermelhado
rico em globulos vermelhos e quem sabe até mais em brancos também,
pois o empaledecimento epitelial talvez destaque a brancura deste
carinhoso caminho aquático.
perceber que não há mais a inteligência dentro de si foi difícil.
e reconhecer isso,digamos que seja um ato tanto quanto heróico.
ok! tem-se vivido de passado, é bacana saber disso.
o problema é o quanto isso interrompe sua vida e então
faz ela girar em sentindo anti-horário
mas para isso deve-se haver cura,
pois "meu pé está inchado de massa cinzenta"*
* FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban / Bartenieff na formação e pesquisa em artes cênicas. 2a. Edição. São Paulo. Annablume, 2006. (p. 09).
sábado, 30 de janeiro de 2010
sábado, 5 de dezembro de 2009
meu corpo tem pulsado.
pulsando forte talvez não pelo correto
mas infelizmente pulsa.
me utilizo dessa pulsação para
realizar o que faço de melhor,
o que tento fazer de melhor,
o que procuro fazer melhor,
me utilizo dela para realizar a única
intensão pela qual talvez ainda me faça respirar
talvez pela única razão que meu sangue percorre
o fluxo descontínuo do meu ser
talvez pelo que é o único amor que existe
e que me satisfaz.
eu danço. é isso que tento sempre fazer de melhor
e ser melhor cada pirueta fora do eixo,
a cada grand jetè que não desliza no ar
a cada tandù mal impulsionado
a cada respiração cansada de horas a ensaiar.
mas ao menos eu tento.
melhor tentar e morrer nas tentativas
do que se extinguir corrompido por suas frustrações,
afinal quem dança transcende e na transcendência
'o corpo do bailarino é simplesmente a manifestação iluminada de sua alma'*.
por ricardo montalvão
* Citação de Isadora Duncan (pré-cursora da dança moderna no mundo)
pulsando forte talvez não pelo correto
mas infelizmente pulsa.
me utilizo dessa pulsação para
realizar o que faço de melhor,
o que tento fazer de melhor,
o que procuro fazer melhor,
me utilizo dela para realizar a única
intensão pela qual talvez ainda me faça respirar
talvez pela única razão que meu sangue percorre
o fluxo descontínuo do meu ser
talvez pelo que é o único amor que existe
e que me satisfaz.
eu danço. é isso que tento sempre fazer de melhor
e ser melhor cada pirueta fora do eixo,
a cada grand jetè que não desliza no ar
a cada tandù mal impulsionado
a cada respiração cansada de horas a ensaiar.
mas ao menos eu tento.
melhor tentar e morrer nas tentativas
do que se extinguir corrompido por suas frustrações,
afinal quem dança transcende e na transcendência
'o corpo do bailarino é simplesmente a manifestação iluminada de sua alma'*.
por ricardo montalvão
* Citação de Isadora Duncan (pré-cursora da dança moderna no mundo)
domingo, 11 de outubro de 2009
de mário jorge andrade
"Tomei todas as drogas para aliviar minha mente
Lí todas as revistas pra me sentir bem
Quando você pensa que conseguiu organizar tudo direito
Aparece alguem e me mostra como poderia ter sido
Eu tenho pegado todas as estradas que existem pra se pegar
Encontrei memórias que sei que preciso guardar
Disse adeus pras antigas dores de amor do colégio
Porque sei que não vou perder nem mais um sono
Tenho andado pelas sobras da vida real
Tenho corrido numa corrida pra vencer
Encurralado num canto da minha mente
Você aparece do nada pra me salvar...
É muito profundo, já completou o ciclo
Eu respiro só de observar isso crescer
A base é clara eu sei
Querido seu amor é fundamental
Querido é muito profundo
Querido seu amor é fundamental
Querido seu amor é fundamental
É uma viagem que demorei muito pra encontrar
Você é a melhor parte de mim
Você viajou como se tivesse lido a minha mente
Você veio pra me mostrar como deveria ser
Sim é muito profundo
É muito profundo, já completou o ciclo
Eu respiro só de observar isso crescer
A base é clara eu sei
Querido seu amor é fundamental
Te amo, te amo, te amo, te amo" (mário jorge para Thadeu e Ricardo Montalvão)
Lí todas as revistas pra me sentir bem
Quando você pensa que conseguiu organizar tudo direito
Aparece alguem e me mostra como poderia ter sido
Eu tenho pegado todas as estradas que existem pra se pegar
Encontrei memórias que sei que preciso guardar
Disse adeus pras antigas dores de amor do colégio
Porque sei que não vou perder nem mais um sono
Tenho andado pelas sobras da vida real
Tenho corrido numa corrida pra vencer
Encurralado num canto da minha mente
Você aparece do nada pra me salvar...
É muito profundo, já completou o ciclo
Eu respiro só de observar isso crescer
A base é clara eu sei
Querido seu amor é fundamental
Querido é muito profundo
Querido seu amor é fundamental
Querido seu amor é fundamental
É uma viagem que demorei muito pra encontrar
Você é a melhor parte de mim
Você viajou como se tivesse lido a minha mente
Você veio pra me mostrar como deveria ser
Sim é muito profundo
É muito profundo, já completou o ciclo
Eu respiro só de observar isso crescer
A base é clara eu sei
Querido seu amor é fundamental
Te amo, te amo, te amo, te amo" (mário jorge para Thadeu e Ricardo Montalvão)
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
se já perdemos a noção da hora
os elos perdidos são unidos
os minutos passados
se tornam segundos a chegar
e as alegrias antes seladas
estão a despertar.
o silêncio continua gritante.
ecoa um grito de bem estar
esse silêncio todo não me atordoa
e relaxado eu permaneço
a contento. e nesse tento
eu estou atento.
atento aos olhos de quem vê
e sabe para o quê.
os elos perdidos são unidos
os minutos passados
se tornam segundos a chegar
e as alegrias antes seladas
estão a despertar.
o silêncio continua gritante.
ecoa um grito de bem estar
esse silêncio todo não me atordoa
e relaxado eu permaneço
a contento. e nesse tento
eu estou atento.
atento aos olhos de quem vê
e sabe para o quê.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
meus olhos abrem!
olho ao redor,tudo está escuro.
o barulho traquilo do despertador
insiste em querer me acordar.
fecho os olhos!
a claridade invade minha mente
meus pensamentos voam
feito águias a procura de sua caça
e se perdem feito fumaça ao vento.
meus olhos voltam a abrir!
e aquele tranquilo 'bip'
toca a cada 5min
o tempo passa
o tempo pirraça
e a escuridão insiste em estar presente.
o barulho se acaba,
o silêncio torna-se gritante.
e meus olhos, tornam a fechar levemente!
olho ao redor,tudo está escuro.
o barulho traquilo do despertador
insiste em querer me acordar.
fecho os olhos!
a claridade invade minha mente
meus pensamentos voam
feito águias a procura de sua caça
e se perdem feito fumaça ao vento.
meus olhos voltam a abrir!
e aquele tranquilo 'bip'
toca a cada 5min
o tempo passa
o tempo pirraça
e a escuridão insiste em estar presente.
o barulho se acaba,
o silêncio torna-se gritante.
e meus olhos, tornam a fechar levemente!
domingo, 23 de agosto de 2009
queria uma inspiração
e ela chegou.
pois é! para mim
finalmente acabou.
surgiram assim
outros pedidos inspiratórios
pois não sendo mais você
quem será agora?
te chamo.
mas a quem chamar?
se o teu alguém não existi.
a inspiração veio
e junta com ela se foi
as vontades de ter você,
mas quem seria o meu você?
insatisfatoriamente só faço a conclusão
de que talvez esteja a procurar
em você, um você que nunca existiu,
um você que é e pode ser
vários vocês.
com isso me faço a conclusão
que declaro à minha extinção!
e o meu extinto ser
se desfalece em água corrente
que se leva para o retilíneo caminho
dos adornos de usar.
e ela chegou.
pois é! para mim
finalmente acabou.
surgiram assim
outros pedidos inspiratórios
pois não sendo mais você
quem será agora?
te chamo.
mas a quem chamar?
se o teu alguém não existi.
a inspiração veio
e junta com ela se foi
as vontades de ter você,
mas quem seria o meu você?
insatisfatoriamente só faço a conclusão
de que talvez esteja a procurar
em você, um você que nunca existiu,
um você que é e pode ser
vários vocês.
com isso me faço a conclusão
que declaro à minha extinção!
e o meu extinto ser
se desfalece em água corrente
que se leva para o retilíneo caminho
dos adornos de usar.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
quero uma inspiração!
quero uma inspiração verídica,
e não as prontas ou irreais.
quero algo que ninguém pode me dar.
aliás, apenas uma pessoa!
no entanto ela se quer se dá ao trabalho
de perceber isso conscientemente.
quero uma inspiração!
quero uma inspiração condizente ao que sinto,
e não as lidas em folhas a fio.
nao é a das melhores,
porém é assim que ela dá sinais de vida.
quero uma inspiração!
quero uma inspiração sincera,
e não as programadas.
quero que a maior labuta de meu corpo,
que transparece nem se quer a um olhar,
viva e de mim brote a partir do sangue
e suor que derramam de mim.
quero uma inspiração!
quero uma inspiração tão sagaz,
e não as mortíferas.
que infelizmente tendem a fazer
brotar estas palavras.
quero uma inspiração!
quero uma inspiração que me faça
olhar nos teus olhos e dizer
para mim acabou.
quero uma inspiração verídica,
e não as prontas ou irreais.
quero algo que ninguém pode me dar.
aliás, apenas uma pessoa!
no entanto ela se quer se dá ao trabalho
de perceber isso conscientemente.
quero uma inspiração!
quero uma inspiração condizente ao que sinto,
e não as lidas em folhas a fio.
nao é a das melhores,
porém é assim que ela dá sinais de vida.
quero uma inspiração!
quero uma inspiração sincera,
e não as programadas.
quero que a maior labuta de meu corpo,
que transparece nem se quer a um olhar,
viva e de mim brote a partir do sangue
e suor que derramam de mim.
quero uma inspiração!
quero uma inspiração tão sagaz,
e não as mortíferas.
que infelizmente tendem a fazer
brotar estas palavras.
quero uma inspiração!
quero uma inspiração que me faça
olhar nos teus olhos e dizer
para mim acabou.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
uma breve história do ápice
eu já havia deixado
de escrever sobre amores.
mas um amor meu
resolveu fazer dessa crença
um passado remoto,
ao menos por algumas horas.
ela ressurgiu em meu pesar
em meus pensamentos
em meus sonhos
em minhas esperanças
resumida a apenas 1 hora.
onde se foi contada
numa pequena jornada de sua vida,
alías, a última jornada
os últimos 3 anos de sua vida.
uma vida forte, brava, revigorante
instigante, emocionante, vivaz
e sem esquecer
completamente romântica!
eu que ha pouco
descobri ser para casar,
não poderia negar o quão ela faz parte
da minha vida há uns 10 anos
e nos últimos três, mais forte que nunca!
ela, infelizmente, se foi há 46 anos
e há uma década vigia e entorpece minha vida!
estou a falar da grande -
embora pequena de tamanho
e de artrite, artrose e vício em mofina e calmantes,
vos falo de la mome piaf! Édith Geovanna Gassion!
pois como ela dizia:
"ame. ame. ame."
baseio minha existência!
amor, amour, love,...
tantas formas e jeitos para se definir teu sentido.
mas garanto que o único sentido real e verídico
és o que causa em meu peito,
meu pensamento,
minha existência,
meus sonhos
e minhas esperanças.
eu escrevo sim de amore
eu escrevo mais cartas de amor.
*dedica à Edith Piaf (Texto: Ricardo Montalvão)
de escrever sobre amores.
mas um amor meu
resolveu fazer dessa crença
um passado remoto,
ao menos por algumas horas.
ela ressurgiu em meu pesar
em meus pensamentos
em meus sonhos
em minhas esperanças
resumida a apenas 1 hora.
onde se foi contada
numa pequena jornada de sua vida,
alías, a última jornada
os últimos 3 anos de sua vida.
uma vida forte, brava, revigorante
instigante, emocionante, vivaz
e sem esquecer
completamente romântica!
eu que ha pouco
descobri ser para casar,
não poderia negar o quão ela faz parte
da minha vida há uns 10 anos
e nos últimos três, mais forte que nunca!
ela, infelizmente, se foi há 46 anos
e há uma década vigia e entorpece minha vida!
estou a falar da grande -
embora pequena de tamanho
e de artrite, artrose e vício em mofina e calmantes,
vos falo de la mome piaf! Édith Geovanna Gassion!
pois como ela dizia:
"ame. ame. ame."
baseio minha existência!
amor, amour, love,...
tantas formas e jeitos para se definir teu sentido.
mas garanto que o único sentido real e verídico
és o que causa em meu peito,
meu pensamento,
minha existência,
meus sonhos
e minhas esperanças.
eu escrevo sim de amore
eu escrevo mais cartas de amor.
*dedica à Edith Piaf (Texto: Ricardo Montalvão)
eles se foram!
há 1 mês, ela se foi.
há 1 semana, ele se foi.
hoje, a dança está órfã de pai e mãe!
seus pais modernistas deixaram
um enorme legado,
porém uma grande falta.
pina bausch, grande estudiosa da dança-teatro;
merce cunnigham, grande mestre da dança pós-moderna.
mas como se diz por aí
"artista não morre, sai de cena!"
e eles saíram de cena.
o palco da vida fechou suas cortinas para eles.
contudo mestres como são,
continuarão a reger suas orquestras corporais;
a comporem suas partituras orgâncias;
a ensaiarem seus movimentos fluidos;
e a criarem físicas mecânicas.
afinal eles apenas passaram para a platéia!
há 1 mês, ela se foi.
há 1 semana, ele se foi.
hoje, a dança está órfã de pai e mãe!
seus pais modernistas deixaram
um enorme legado,
porém uma grande falta.
pina bausch, grande estudiosa da dança-teatro;
merce cunnigham, grande mestre da dança pós-moderna.
mas como se diz por aí
"artista não morre, sai de cena!"
e eles saíram de cena.
o palco da vida fechou suas cortinas para eles.
contudo mestres como são,
continuarão a reger suas orquestras corporais;
a comporem suas partituras orgâncias;
a ensaiarem seus movimentos fluidos;
e a criarem físicas mecânicas.
afinal eles apenas passaram para a platéia!
sexta-feira, 6 de março de 2009
o que é dança?
dança?
- dança não é substantivo!
dança?
- dança é verbo, é ação, é intenção!
dança é o agora, é o momento, é o clímax.
jamais o desfecho.
dança é executar, é fazer, é ser.
jamais a estaticidade sem intenção.
dança?
dança é arte cênica, é interpretação, é viver.
jamais um caminho sem destino.
dança?
- dança é você, sou eu, é o povo.
jamais um corpo inapto e inóspito.
dança?
- dança é uma junção de tempo e espaço.
guiados por uma fluência energética que juntamente com peso e o ritmo,
formam os valores intrínsecos de tal arte.
jamais um elo desnorteado e sem função alguma.
dança?
- dança é a transcendência da mente a da alma humana
a um plano superior, livre de todos os males terrestres,
onde apenas se vive quem habita este espaço sublime.
jamais uma reprodução mecânica sem objetivo.
o que é dança?
ao vivê-la, saberás o seu sentido!
- dança não é substantivo!
dança?
- dança é verbo, é ação, é intenção!
dança é o agora, é o momento, é o clímax.
jamais o desfecho.
dança é executar, é fazer, é ser.
jamais a estaticidade sem intenção.
dança?
dança é arte cênica, é interpretação, é viver.
jamais um caminho sem destino.
dança?
- dança é você, sou eu, é o povo.
jamais um corpo inapto e inóspito.
dança?
- dança é uma junção de tempo e espaço.
guiados por uma fluência energética que juntamente com peso e o ritmo,
formam os valores intrínsecos de tal arte.
jamais um elo desnorteado e sem função alguma.
dança?
- dança é a transcendência da mente a da alma humana
a um plano superior, livre de todos os males terrestres,
onde apenas se vive quem habita este espaço sublime.
jamais uma reprodução mecânica sem objetivo.
o que é dança?
ao vivê-la, saberás o seu sentido!
domingo, 1 de março de 2009
"vão-se os anéis, ficam-se os dedos..."
Assim como disse uma amiga de minha mãe, o nome não é citado porque eu tenho uma péssima memória para tal quesito. Enfim, como ela e uma querida amiga, em seu blog, citaram o ditado "vão-se os anéis, ficam-se os dedos...", é o que marcou o famoso episódio ao qual fui submetido ontem à noite, assim como também o mesmo dizer teve tal efeito para a mesma amiga com um caso bastante similar ao meu.
Ontem por volta das 20h estava a uns 800 metros da porta de minha casa, próximo á academia de ginástica Paulo Bedeu Express, situada na avenida Hermes Fontes em Aracaju, fui abordado por dois indivíduos, cada um com sua bicicleta, onde foi "solicitado" a entrega da quantia em dinheiro que estivesse portando, além é claro do aparelho de telefonia móvel. A abordagem foi dita rápida, graças a Deus e aos Deuses, nada fisicamente me ocorreu, apenas emocionalmente que foi o susto e o nervosismo devidos ao momento que estaria vivendo naquele momento.
O mais absurdo foi ao entregá-lo meu aparelho de telefonia móvel, um dos 'benditos cidadãos' ainda reprovou fisicamente em sua face o modelo do aparelho que o intregara. Já não basta causar todo este tormento, tem a audácia de achar ruim o que estava me surrupiando.
Pois é meus caros! Gracias que estou bem fisicamente, lastimo apenas o estado emocional que fui submetido ao portar comigo desde então o medo, o nervosismo, o receio e por quê não citar também o pânico, em mim instalados no que se trata em circular pelas ruas desta querida cidade sergipana, dita ano passado como a "Capital da melhor qualidade de vida" para se viver. E aí fica-se a pergunta: Aonde estás essa 'qualidade de vida'?
Texto: Ricardo Montalvão
Ontem por volta das 20h estava a uns 800 metros da porta de minha casa, próximo á academia de ginástica Paulo Bedeu Express, situada na avenida Hermes Fontes em Aracaju, fui abordado por dois indivíduos, cada um com sua bicicleta, onde foi "solicitado" a entrega da quantia em dinheiro que estivesse portando, além é claro do aparelho de telefonia móvel. A abordagem foi dita rápida, graças a Deus e aos Deuses, nada fisicamente me ocorreu, apenas emocionalmente que foi o susto e o nervosismo devidos ao momento que estaria vivendo naquele momento.
O mais absurdo foi ao entregá-lo meu aparelho de telefonia móvel, um dos 'benditos cidadãos' ainda reprovou fisicamente em sua face o modelo do aparelho que o intregara. Já não basta causar todo este tormento, tem a audácia de achar ruim o que estava me surrupiando.
Pois é meus caros! Gracias que estou bem fisicamente, lastimo apenas o estado emocional que fui submetido ao portar comigo desde então o medo, o nervosismo, o receio e por quê não citar também o pânico, em mim instalados no que se trata em circular pelas ruas desta querida cidade sergipana, dita ano passado como a "Capital da melhor qualidade de vida" para se viver. E aí fica-se a pergunta: Aonde estás essa 'qualidade de vida'?
Texto: Ricardo Montalvão
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